segunda-feira, 4 de abril de 2011

São palavras

Na porta da minha casa com o raciocínio tão lento,tão lento..que nada  me irrita, já me acostumei com essa lentidão, sempre é assim,tudo tão muito lento, são coisas pra me conformar,continuo dançando a vida conforme a música,estou em  um estado de morbidez, um estado que nem sinto mais nada, só as vezes uma dor no dente outra dor no coração. Eu levo a vida assim tão só. E a felicidade agora são intervalos se sonos e sonhos. Tenho medo de não dormir, tenho medo de não ser mãe, tenho medo de não sentir fome. E lá vai a mulher que assusta. E sinto uma tristeza profunda de ir, ir é triste. Mais vejo um sinal de glória, só não sei se eu alcanço, aqueles velhos sinais, de coisas naturais.. mais quando eu falava desse temporal, não havia ninguém!

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