terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Prefácio.


Certamente quando se começa a acreditar que mais pessoas, além dela própria, possa se interessar em ler seus devaneios. Foi bem por aí que comecei a ser inquieta nas coisas que guardava dentro de mim. Uma forma de desabafo, mas em uma linguagem simples e acolhedora para quem ou porque escrevia.

Sempre, a todo o momento que escrevia era um momento com alegria um momento que conseguia expressar aquilo que não conseguia falar, onde faltava a minha voz, onde não tinha coragem e nem forças para conversar, mas existia a minha essência de que é feita, preferia escrever, as palavras sempre me confortavam de alguma maneira.

Definhei como uma flor que secava aos poucos tudo que eu guardava, tudo que eu observava,tudo que eu presenciei e vivi, resolvi transformar nas palavras mas doces que eu pudesse me perder em cada letra e que conseguia transformar naquilo que estava sentindo.

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